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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

QUAL A MELHOR ILUMINAÇÃO PARA LEITURA?

A luz natural do dia é a ideal para leitura e estudos, no entanto nem sempre é possível ter a luz natural, portanto nesse tipo de situação o interessante é mesclar diferentes tipos de iluminação.
Lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas podem tornar o local agradável para uma leitura, sem desperdiçar energia, pois emitem luz na cor mais branca azulada, estimulando o trabalho e facilitando a leitura. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, uma pessoa precisa de uma intensidade de luz que varia entre 500 e 600 lux. Isso traduzido em lâmpadas tubulares fluorescentes de 32 watts, por exemplo, dependendo do tamanho do espaço a ser iluminado e das cores do ambiente, duas lâmpadas desse tipo poderiam ser suficientes. 
Já as lâmpadas que emitem luz nas cores quentes ou branco amareladas estimulam a pessoa a relaxar, prejudicando a leitura, já que a pessoa pode ficar sonolenta. Essa diferença de cor pode ser verificada nas embalagens das lâmpadas seja na descrição “luz fria”, luz branca”, ou, através da descrição da temperatura de cor: Ex.: 2700K (amarela); 4100K (branca neutra, ou, luz morna); 6500K (branca fria, ou, branco “azulado”).
Em alguns ambientes temos que ter cuidado durante o projeto luminotécnico, por exemplo, em salas muito amplas, o ideal é uma iluminação mais difusa nos espaços de leitura, pois a iluminação dirigida em certos pontos cria espaços de sombra e um efeito cansativo no momento da leitura.
Fitas de LED dentro dos rasgos do forro gerando luz difusa
Em espaços comerciais, tipo empresas, além das lâmpadas fluorescentes tubulares, pode-se usar também luminárias individuais que por outro lado são esteticamente mais agradáveis.
Empresa de marketing - luz branca 
Atualmente, além das lâmpadas fluorescentes, também existe a opção do LED, que permitem a regulagem da cor no mesmo ambiente, de modo a buscar a luz branco azulada para leitura ou amarelada para relaxamento.
E também existe a possibilidade de combinar fluorescentes com dicróicas. Após a leitura, desliga-se a iluminação de luz branca e usa-se somente a dicróica, de tom mais amarelado.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Luz branca ou luz amarela? Saiba como e quando usá-las!

Na decoração o projeto luminotécnico é muito importante. Um projeto luminotécnico bem planejado faz toda a diferença. Em nosso dia-a-dia percebemos que as dúvidas de clientes são frequentes e por isso queremos compartilhar algumas dicas aqui.
Uma dúvida recorrente na área de iluminação é sobre a cor da luz das lâmpadas. Os dois tipos mais utilizados são as lâmpadas com tonalidade de luz amarela e aquelas que possuem tonalidade de luz branca.
Algumas pessoas preferem a luz branca por sentir uma sensação de maior luminosidade, enquanto outras preferem as amarelas pela sensação de aconchego. As lâmpadas fluorescentes e fluorescentes compactas possuem as duas tonalidades de luz e de maneira geral são as mais utilizadas. No caso destas lâmpadas apesar da sensação luminosa ser diferente de pessoa para pessoa, a quantidade de luz gerada é praticamente a mesma, seja ela amarela ou branca. Já as lâmpadas incandescentes, só possuem tonalidade de luz amarela e a quantidade de luz gerada dependerá da sua potência.


Em um ambiente residencial, sempre recomendamos, no geral, os tons amarelados, pois um ambiente com luz aconchegante proporciona descanso e relaxamento. Já em ambientes de escritório e trabalhos que exijam maior nível de concentração, recomendamos as lâmpadas brancas.
As lâmpadas que emitem fachos de luz amarelados, ou mais quentes, tornam os ambientes mais confortáveis, estimulando a pessoa ao relaxamento. Por isso são indicadas para ambientes como quartos, salas e áreas de estar em geral, onde o usuário, após um dia de trabalho, poderá encontrará um espaço aconchegante e propício ao descanso.

A luz amarela é também conhecida por
ser semelhante a luz do dia

Luz amarela gera conforto visual e relaxamento. Ideal para quartos e salas.
Neste quarto foi usada a luz branca. Comparem com o quarto acima.
Não provocou a mesma sensação visual que a luz amarela causou.

As lâmpadas que emitem luz branca, ou branca-azulada, chamadas de frias, causam exatamente o efeito oposto. Por serem mais estimulantes, são mais indicadas para ambientes de trabalho, como escritórios e indústrias, e ambientes residenciais como cozinhas, banheiros e áreas de serviço, facilitando a visualização de alimentos e utensílios domésticos.


Luz branca facilita o trabalho, seja em um escritório ou em uma cozinha.
Uma sala requer uma iluminação aconchegante. Neste caso foi usada
a luz branca, que tornou o ambiente "frio" e possivelmente menos relaxante.

Algumas pessoas têm a impressão de que a lâmpada branca ilumina mais que a lâmpada amarela. Mas isso não é verdade. A quantidade de luz exposta no ambiente de ambas as lâmpadas tem a mesma intensidade luminosa. No entanto, para o olho humano, a luz branca parece iluminar mais pois oferece maior conforto visual já que se exige menos esforço para visualizar um objeto comparada a luz amarela que é mais escura.


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Cortinas - charme e sofisticação ao seu espaço

As cortinas, além de amenizarem e vedarem a entrada de iluminação natural nos ambientes, servem também pra dar privacidade ao usuário e até mesmo diminuir ruídos externos.
Na decoração elas são muito importantes pois dão charme e sofisticação aos ambientes.
Em nossos projetos, sempre ajudamos nossos clientes no momento da compra de cortinas, pois vários itens devem ser levados em consideração, tais como o tipo de costura, se terá necessidade ou não de forro ou blackout, altura da barra, se a cortina será instalada em trilho ou em varão, etc.
Portanto, sabendo que sempre existem essas dúvidas, o nosso post de hoje será sobre esse tema. Esperamos que gostem!

As cortinas podem correr em trilhos, chamados trilhos suíços, ou em varões. No trilho suíço, a cortina corre com mais facilidade, além de permitir o uso de pregas no tecido, dando mais charme ao ambiente. Porém, como o visual do trilho suíço nem sempre agrada as pessoas, este pode ser escondido por um cortineiro, feito em gesso, que pode ser iluminado ou não, para dar destaque a peça. Já os suportes de varão, devem ser fixados por cima, para permitir que a peça corra sem problemas.

O MOMENTO DE ESCOLHER O TECIDO

As cortinas devem combinar com o estilo da decoração adotada do ambiente, bem como uso de cores, texturas, bem como a forma de instalação.
Na hora da escolha do tecido temos que levar em consideração a incidência do sol e se a vista da janela agrada. Para ambientes que a entrada do sol é grande e que a vista não agrada, os tecidos mais pesados, como sarja, algodão fechado, linho e seda rústica, são os mais indicados.
Se o ambiente é escuro ou tem vista bonita da janela, vale a pena investir em tecidos mais leves e transparentes, como o voil, chiffon, organdi, seda leve, e se o cliente gostar, pode-se até dispensar o uso de forro.
Com relação ao forro, este pode ser usado para proteger o ambiente e o próprio tecido do sol excessivo. O forro pode ser costurado juntamente a cortina ou ser feito separadamente, correndo em trilho ou varão independente.

TIPOS DE ACABAMENTOS DE CORTINAS





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mudar sim, descartar nunca!


Queridos clientes, é nosso papel sempre trazer dicas e sugestões de decoração e interiores para vocês, através deste blog, além de publicar nossos recentes trabalhos e assim fazer com que a sua imaginação voe alto, imaginando como seria na sua casa ou no seu escritório.
Por isso, hoje temos mais uma dica especial: se você tem uma cômoda, uma penteadeira, uma cristaleira, enfim, um móvel antigo, que já está deteriorado com o tempo mas que você adora e não quer se desfazer de maneira alguma, veja o que temos pra você!!!!

Inicialmente temos que elogiá-los por não quererem se desfazer de peças antigas, simplesmente porque são antigas! Há peças que agregam história além de valor sentimental, portanto dê uma cara nova as elas, lógico sem fazê-las perder as características originais. A moda ultimamente é o Vintage, o Retrô. Portanto faça parte deste grupo que recicla, redecora, mas nunca descarta!!!

Cristaleira super charmosa!
Penteadeira para quarto de menina. Romântico!

Essa cômoda era da minha cunhada, que a ganhou a quase
35 anos atrás. Agora ela está em minha casa e com essa
nova roupagem!!! Não ficou linda? Virará uma
penteadeira no meu quarto!
Cristaleira  anos 60, com pés palito. Olhem que graça!

Cristaleira. Olhem como ficou linda nessa cor?!!
Olha que graça esse móvel que antigamente era uma
cristaleira e hoje está sendo usada, com uma nova
roupagem e cor em uma brinquedoteca! Um luxo!


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Exposição Ana Maria Pacheco em São Paulo


ANA MARIA PACHECO

A exposição de Ana Pacheco na Pinacoteca do Estado de São Paulo consiste em um trabalho desenvolvido na National Gallery de Londres – uma instalação com 19 figuras, acompanhado de dois outros grupos escultóricos e uma coleção de gravuras com livros realizados pela artista que possibilita um contato único com a sua obra, ainda inédita para muitos.
Ana Maria Pacheco nasceu em Goiânia. Graduada em Artes e Música, atuou como docente em Universidades de Goiás até 1973, quando foi para Londres realizar uma pós-graduação na Slade School of Fine Art, com uma bolsa do Conselho Britânico. Desde então, mora e trabalha na Inglaterra.
Dirigiu o departamento de Belas Artes da Universidade de Norwich, entre 1985-1989. Sua extensa carreira acadêmica envolveu ainda a participação em bancas de várias universidades, bem como em conselhos de educação do governo britânico.
Em 1999 foi agraciada com a Ordem do Rio Branco pelo governo brasileiro. Recebeu o título de "doutor honoris causa" da University of East Anglia e da Anglia Polytechnic University. Em 2003, tornou-se Fellow (membro do grupo de elite) da University College London.
Artista Associada da National Gallery de Londres entre 1997-2000. A exposição dos trabalhos desenvolvidos nessa residência, a mais visitada em toda a Grã-Bretanha no ano em que foi exibida em Londres, percorreu depois as principais regiões do país.
A arte de Ana Maria Pacheco tem sido amplamente exibida tanto na Grã-Bretanha quanto em outros países. Sua obra integra inúmeras coleções de instituições públicas e privadas.
Realização: Pinacoteca do Estado de São Paulo 
Apoio: British Council.
 
Serviço: 
De 10 de Novembro de 2012 a 3 de Fevereiro de 2013
Local: Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Luz - Tel. 11 3324-1000
São Paulo - SP
Para saber mais detalhes acesse o site da instituição.
 
Informações sujeitas a alterações.  
Consulte o site da instituição antes de planejar sua visita.

fonte: http://transform.britishcouncil.org.br

A Pinacoteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição de Ana Maria Pacheco (Goiânia, GO, 1943) com cerca de 50 obras, entre gravuras, livros de artista e esculturas, realizadas entre 1998 a 2012. Segundo o curador Carlos Martins, os grandes destaques da mostra são as esculturas Noite escura da alma, 1999, que reúne um grupo de figuras dispostas em torno de uma figura central, compondo uma arena forjada por uma situação intrigante e ameaçadora, e Memória roubada I e Memória roubada II, 2008, que remetem a um tempo passado muito ligado a memória de um universo religioso. Além de uma seleção de gravuras, com obras de pequeno e grande formato, que oferece um significativo panorama da produção de Ana Maria, testemunho de seu rico imaginário.

Esta é a primeira exposição de Ana Maria Pacheco na Pinacoteca. Radicada em Londres desde 1973, Ana Maria consolidou seu trabalho em meio ao competitivo cenário artístico europeu, trazendo como traço definitivo a simbiose de influências da vivência londrina com o imaginário de origem brasileira. Sua obra se reporta às tradições da nossa cultura popular a e, por meio de seu amplo conhecimento de história, literatura e da tradição iconográfica, constrói um mundo muito particular de imagens densas e sombrias, carregadas de ironia e metáforas, sempre surpreendentes. “Ana Maria Pacheco sabe provocar nossa imaginação e sensibilidade. Com suas gravuras e esculturas, a artista nos arrebata e, em estado de cumplicidade, somos levados ao seu mundo repleto de situações insólitas, muitas vezes assustadoras”, afirma Carlos Martins.

Ana Maria possui múltipla formação nos campos da arte, música e educação – graduou-se em 1965 pela Universidade Católica e pela Universidade Federal de Goiás. A escultura foi a sua forma de expressão privilegiada, desde o princípio, e sua participação na Bienal de Artes de Goiás, em 1970, foi reconhecida com uma premiação; em 1971, expôs na Bienal de São Paulo. Com uma bolsa de estudos concedida pelo Conselho Britânico do Rio de Janeiro, partiu para Londres onde estudou na Slade School of Fine Art, de 1973 a 1975. Atualmente vive e trabalha em Londres, sendo a primeira artista estrangeira a usufruir do projeto promovido pela National Gallery de residência artística.
fonte: www.pinacoteca.org.br



terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma nova maneira de se fazer Design..

Vale a pena ler..

CATARINA CARREIRAS

Catarina Carreiras: uma jovem promissora designer


Catarina Carreiras é um nome que não lhe deve ser desconhecido, e isto porque apesar dos seus 26 anos, esta jovem designer português já marcou um lugar de destaque no panorama artístico nacional e internacional pela sua inspiração, genialidade e design sui generis. Tudo porque os seus projectos são conhecidos pela simplicidade, harmonia, imaterial, subtil e etéreo. Licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, e em design gráfico na reconhecida Nottingham Trent University em Londres, esteve um ano e meio em Itália no Departamento de Design da Fabrica (conceituado centro de investigação em comunicação da Benetton), sob a direcção de Sam Baron que a influenciou até aos dias de hoje. Já conta no seu currículo com dois Prémios Jovens Criadores na categoria de Design Gráfico com o projecto “Re.Set, Go!” e ainda com o “Long Live Print!”, e a somar a isto na Faculdade foi galardoada com três bolsas de mérito pelos trabalhos que desenvolvia. Depois de um ano em Nova Iorque a trabalhar com os Karlssonwilker Inc, Catarina vive entre Lisboa e Treviso onde trabalha como consultora na Fabrica e no estúdio Sam Baron & Co.



Mas o que inspira esta jovem designer português já com tantos prémios no currículo? Ela própria o explica: “inspiram-me sítios, paisagens, pessoas, obras, coisas pequeninas que mal se vêem, colecções ou grupos de tantas outras mesmas coisas, escalas, o monumental, o gigante, o exagerado. Inspiram-me contrastes, opostos, tudo o que me garanta que o mundo é feito de partes diferentes mas que todas partem da mesma raiz. Inspiram-me motivações, percursos pessoais, pesquisas extensas.” E o seu percurso é facilmente explicado porque admite que é uma curiosa e uma estudiosa e faz do dia-a-dia um verdadeiro acto de pesquisar tudo ao pormenor. Será esse o segredo do sucesso?


Catarina Carreiras, em poucos anos, já produziu espaços, gráficos e objectos. As suas últimas novidades é o projecto “Souvenir”, realizado em parceria com Marta Villar, como projecto tangente da Experimenta Design na Gelataria Santini. Este projecto consiste numa série de souveniers que escondem significados a quem conhece bem as cores destes gelados ou a quem os experimenta pela primeira vez. Sao objectos simples mas que guardam uma memória preciosa de um sabor partilhado por muitos, de sabores que se repetem e que agora podemos recordar até mesmo numa tarde cinzenta e fria de Inverno. Outra das novidades e o primeiro projecto de Catarina Carreiras neste modelo é um editorial que sai em Outubro na Grazia Casa (revista italiana) em que Catarina Carreiras foi responsável pelo styling e o design gráfico. Mais uma aposta de Catarina Carreiras!


O Room for Two de Maio de 2011, outro dos trabalhos de Catarina Carreiras, é um exemplo de um espaço criado juntamente com Sam Baron na galeria Fair Foalks and a Goat em Nova Iorque. É uma cortina de linho requintado com um conjunto coordenado de almofadas e um espaço com muito estilo que eleva os sentidos e se torna num óptimo espaço para os meses mais quentes. A Cave é uma interpretação poética de uma adega de vinhos, com uma espécie de caverna para armazenar as garrafas mais preciosas. Ainda dentro da categoria dos espaços, esta designer também criou a Divine Providence, a UNITED launching party, a Merry Wishmas!, a Take Your Time, a Imaginaires, e a Operation FZ.

Em termos de grafismo, Catarina Carreiras concebeu o Skitsch Runs em Abril de 2011, uma comunicação do projecto para a nova colecção da Skitsch Runs, apresentada na Feira de Móveis de Milão. O briefing incluia um logotipo, ilustrações, convites, exposição da loja, website e ainda um catálogo. O Frou Frou foi um trabalho gráfico para um projecto de comunicação da colecção de candeeiros de Sam Baron, igualmente demonstrado na Feira de Móveis de Milão em 2011. Ainda dentro do grafismo, Catarina Carreiras também concebeu trabalhos para a UNITED, Bon Marché, Tools Gallery, Domestic e Nivea. Em termos de objectos, Catarina Carreiras concebeu várias peças de vidro feitos para a galeria de Roma Secondhome, numa edição limitada da colecção Here and (T)here and This and That da Fabrica. A Stitch é uma colecção de casa inspirada no ADN da Benetton para a Desart. Ainda nesta categoria de objectos há mais produções como a Mix and Match, Drops, Vista Alegre, Bon Marché, 12 Measuring Spoons, Imaginaires, e Trans-Forma. E no futuro, o que nos reserva esta promissora designer portuguesa que espalha o bom nome de Portugal sobretudo no plano internacional?

Fonte: thelisbonstores.blogspot.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O maior aquário do mundo!!

The Georgia Aquarium, located in Atlanta, Georgia at Pemberton Place, is billed as the “world’s largest aquarium” with more than 8.1 million US gallons (30,662 m³; 30,661,835 liters) of marine and fresh water housing more than 100,000 animals of 500 different species. The aquarium’s notable specimens include four young whale sharks (Alice, Trixie, Yushan, and Taroko) and four beluga whales (Nico, Natasha, Marina, and Maris). Funded mostly by a $250 million donation from Home Depot founder Bernie Marcus, the aquarium was built on a 20 acre (81,000 m²; 8 ha) site north of Centennial Olympic Park in downtown Atlanta. Marcus credited his 60th birthday dinner at the Monterey Bay Aquarium in 1990 as among the inspirations behind his desire to build an aquarium in Atlanta.


1 dos 4 Tubarões Baleia


1 das 4 Baleias Beluga

Baleias Beluga

__________________
http://en.wikipedia.org/wiki/Georgia_Aquarium

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Segredos de Siron Franco no Centro Cultural Oscar Niemeyer

Segredos, composta por 19 telas e cinco esculturas, marca o retorno de Siron, um dos artistas goianos mais conhecidos e respeitados na área, depois de quase dez anos sem expor trabalhos inéditos em Goiânia. A última mostra individual na capital foi Rua 57 Camas, formada por nove camas de concreto de 990 quilos cada uma, em julho de 2001, na Fundação Jaime Câmara. A exposição fazia referência ao trágico acidente com o césio 137.
"Mas desde os anos 1980 não faço uma exposição de pinturas em Goiânia. Na verdade, nunca fiz uma grande mostra até porque os espaços disponíveis não permitiam. Meus trabalhos sempre foram de grandes formatos. Sempre quis mostrar minha obra na cidade", conta Siron, que classifica Segredos como sua maior exposição em terras goianas.
Os segredos sugeridos nas telas ganham volume nas esculturas. Entre elas, uma das que mais provocam curiosidade é o Segredo Número 24, um labirinto formado por duas esculturas de 2,50 metros de altura, formadas pelo empilhamento de dez cruzes cujas junções derramam graxa. "A graxa escorre como o sangue? Ou apenas sinaliza frestas?", questiona a poeta Cláudia Ahimsa, curadora da mostra, em seu texto de apresentação no catálogo da exposição. Não há respostas explícitas.
Um texto do empresário Charles Cosac, grande colecionador, particularmente das obras de Siron Franco, também celebra a nova fase do artista goiano. Nele, Cosac explica que a novidade nas obras de Siron são os "olhares velados pelo excesso de terebentina diluída na tinta a óleo". Para Siron, a mostra em Goiânia tem a particularidade de "mostrar a exposição completa, da forma que ela realmente foi concebida".
O artista conta que a série de trabalhos teve início com uma obra de 2001. Na tela recoberta de carvão são colados 17 CDs. O que eles contêm é um mistério, mas a composição recria a chave magnética do quarto de hotel em que o artista ficou hospedado na Venezuela, onde foi vítima de um assalto que lhe deixou marcas profundas. Até hoje ele se emociona ao falar do assunto. O uso do ouro em pó nas telas sugere imagens enigmáticas e o Primeiro Segredo é considerado a chave de abertura para toda a exposição.
Siron classifica o novo trabalho como diferente de tudo o que já produziu. "O que já fiz não me interessa. Eu quero é o novo, o desconhecido. Minha sorte é que desde o início da minha carreira sempre mudei muito. Nunca tive a coerência que era exigida de um artista. Hoje já não existe mais essa cobrança. Abstração e figuração se permeiam formando linguagens que se mesclam", aponta. Para ele, é isso que mantém o interesse do público por suas criações.

A série Segredos do artista plástico Siron Franco estará em exposição no Centro Cultural Oscar Niemeyer até 21 de abril. A mostra reúne uma enorme diversidade de materiais nas suas pinturas, quadros e esculturas.

A visitação pode ser feita de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 13 às 18 horas. O Centro Cultural Oscar Niemeyer fica na GO-020, quilômetro zero, saída para Bela Vista. A entrada é franca.

Fonte: http://www.mp.go.gov.br/; http://www.goiasnoar.com/

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Exposição Regina Silveira - MASP 2011

MUSEU DE ARTES DE SÃO PAULO - MASP
REGINA SILVEIRA
TRAMAZUL
Período:
A artista plástica brasileira Regina Silveira vai embalar o MASP com uma obra especialmente pensada para o Museu. É a primeira vez que os órgãos de preservação nacional, estadual e municipal autorizam a intervenção, que tem curadoria de Teixeira Coelho e foi batizada TRAMAZUL. Em imagem digital sobre vinil adesivo, a obra recobre integralmente os vidros externos do Museu na extensão e altura de suas quatro fachadas, voltadas para a Av. Paulista e ruas Carlos Comenale, Plínio Figueiredo e Otavio Mendes. No total, a área coberta tem 2.300 m².
Regina Silveira é conhecida internacionalmente também por obras que interferem em espaços e edifícios, dentro e fora deles, como a instalação Lumen (2005) que cobriu o Palácio de Cristal do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri; a Tropel Reversed (2009), vinil adesivo de 700 m² sobre o Køge Art Museum, na Dinamarca; as instalações Entrecéu, no Museu da Vale, no Espírito Santo (2007); Claraluz, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo (2003). Em Nova York no Museu Guggenheim, em São Paulo na Pinacoteca e em diversos outros países, a artista fez intervenções internas de repercussão. No MASP – principal museu do Hemisfério Sul, com o edifício criado por Lina Bo Bardi que é símbolo da cidade e referência da arquitetura mundial – a montagem começou no dia 27 de outubro de 2010 e a aplicação do vinil será feita com equipamentos de rapel.
Em TRAMAZUL a imagem é a de um céu azul com nuvens claras, próxima às imagens de céus que se refletem naturalmente nos vidros dos edifícios, com a diferença de estar construída como um gigantesco bordado em ponto de cruz. Nesses céus estendidos pelos quatro lados do museu, agulhas de grandes dimensões e virtualmente fincadas numa trama de azul intenso simulam bordar as nuvens espalhadas pelos vidros, com fios de três tonalidades – entre o branco e o cinza médio. TRAMAZUL se propõe como um falso reflexo e ao mesmo tempo como uma camuflagem que conecta o céu bordado do MASP com os outros céus vizinhos, reais ou refletidos, em um exemplo singular de arte pública ou urbana.

Sobre parar e depois sumir, por Teixeira Coelho, curador.
Há muitos céus hoje, na arte. Sempre houve, na história da arte. Hoje, talvez mais – porque são personagens centrais, não apenas coadjuvantes de alguma outra cena. Não seria difícil para um estudo do imaginário buscar os motivos dessa tendência. Mas, por que, agora, um céu bordado, um céu portanto duplamente evidente? Talvez porque em São Paulo o céu nunca esteja visível, mesmo estando aí.  Chegando a São Paulo por avião, o céu é uma barra marrom-amarelo pesando sobre a cidade e anulando o céu verdadeiro. Em Congonhas, há muito tempo, na abóboda do saguão interior que distribui as pessoas para seus destinos,  havia uma abóboda e nela um céu pintado, “realista”.  Congonhas é o teto de São Paulo, Congonhas já é o céu de São Paulo – mas também em Congonhas era preciso haver um outro céu a abrir  um falso buraco para o céu real que os aviões furam a todo instante. Talvez sejam necessários vários céus em São Paulo, vários céus sobre São Paulo. Há uma história do céu sobre São Paulo, que agora inclui mais este.
Regina Silveira tem feitos vários céus. Interiores, como no Museu da Vale, em Vitória; e exteriores, como para uma biblioteca de Nova York (que ainda não se concretizou). Interiores, como na Pinacoteca, há não muito tempo. Exteriores, como este agora no MASP, enorme, envolvente. Regina trabalhou muito tempo em preto&branco, com sombras escuras, por vezes ameaçadoras. Agora convoca céus, azuis&brancos.
Seu tom, neste caso, é o de arte pública, arte urbana como se diz também, de modo talvez algo torto (a arte é sempre urbana ou não é). Como São Paulo ainda é muito feia, com uma arquitetura apressada, rabiscada, empacotada, apertada, sobreposta, num cenário comprimido, a arte pública deveria ser um recurso permanente.  Ainda não é. Regina Silveira vem há tempos dedicando-se ao gênero, talvez mais no exterior, onde a receptividade e a consciência dessa necessidade são mais intensas.  Mesmo assim, alguém se lembrará de um tropel que ela aplicou à fachada da Bienal, há alguns anos, e de outras instalações ou “passeios” (com projeções) menos ou mais provisórias pelas ruas da cidade. No exterior, dois casos se destacam: a fachada do Taipei Fine Arts Museum, de Taiwan, e o Palácio de Cristal em Madrid, antológicos em sua história pessoal.
Uma arte singular, a sua.  Não é difícil de apreender -- ao contrário de muitas outras que ainda insistem na rarefação do sentido --, sem deixar de ser sofisticada nos recursos e efeitos. Fazer um céu bordado poderia apontar para a opção por uma “arte de gênero”, como eufemisticamente se diz hoje em vez de apontar-se para o que está por trás dessa palavra: uma arte de sexo, com sexo. O céu é bordado, portanto, de acordo com o código pronto, seria um céu feminino, anti-feminista  ou pós-feminista, conforme a leitura. É um céu bordado, um céu que precisar ser colado a uma fachada que nunca serviu tanto à arte como agora. O céu em São Paulo escapa aos olhos, portanto ao corpo, com assombrosa rapidez: o céu colado ficará estacionado algum tempo no MASP. Com ele, o tempo ficará também parado, como parados ficarão os que quiserem dele usufruir. Arte contemporânea contra o fluxo das coisas e no entanto arte contemporânea que em pouco tempo sumirá dessa fachada, ela também – uma arte que aceita sumir. A eterna precariedade dos céus encontra-se com a transitoriedade da arte atual, em harmonia passageira.


Informações Gerais
  • Informações Gerais:
    Curadoria:
    Teixeira Coelho

    Patrocínio:
    Nestlé

    A exposição de Regina Silveira deve ser apreciada da rua, sobretudo durante o dia.